A Escola está localizada na Cidade Nova 8, WE 48, 171, cidade de Ananindeua. Possui 2.200 alunos, 20 salas de aula, quatro blocos pedagógicos, sala de professores, sala de leitura, refeitório, laboratório de informática em fase de conclusão. Pertence a jurisdição da USE 17 e atualmente, conta com a direção do prof. Nivaldo Soares Costa.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
A equipe de Professores, Técnicos e Direção da Escola Estadual Jornalista Rômulo Maiorana parabeniza a aluna Maria Caroline Rodrigues da Silva do turno da tarde pela sua aprovação no Processo Seletiva Seriado (PRISE) da UEPA, no curso de Matemática 2013 e Marly Galdino Linhares do turno da noite no curso de Gestão de Recursos Humanos na Faculdade de Anhanguera. Só felicidades, ver um aluno seu alcançar um sonho. Obrigada Deus! Toda honra e glória sejam dadas a Ti!
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
PASSEIO AO MANGAL DAS GARÇAS
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
EU QUE SOU PRETO...
Quando eu nasci, já era NEGRO
Quando cresci, continuei sendo NEGRO
Quanto tomo sol, continuo sendo NEGRO
Quanto sinto frio, permaneço NEGRO
Quando me falta o ar, continuo NEGRO
Quando adoeço, ainda assim, sou NEGRO
E quando eu morrer, continuarei a ser NEGRO
Você que é branco
Quando nasce, é cor de ROSA
Quando cresce, torna-se BRANCO
Quando toma sol, fica VERMELHO
Quando sente frio, fica AZULADO
Quando lhe falta o ar, fica ROXO
Quando adoece, fica AMARELO
E quando morrer, ficará CINZA
E eu é que sou chamado de homem de cor?
Será certo isto?
Será que o homem tem que ser classificado pela sua cor?
Dê sua opinião.
Autoria Desconhecida
Quando eu nasci, já era NEGRO
Quando cresci, continuei sendo NEGRO
Quanto tomo sol, continuo sendo NEGRO
Quanto sinto frio, permaneço NEGRO
Quando me falta o ar, continuo NEGRO
Quando adoeço, ainda assim, sou NEGRO
E quando eu morrer, continuarei a ser NEGRO
Você que é branco
Quando nasce, é cor de ROSA
Quando cresce, torna-se BRANCO
Quando toma sol, fica VERMELHO
Quando sente frio, fica AZULADO
Quando lhe falta o ar, fica ROXO
Quando adoece, fica AMARELO
E quando morrer, ficará CINZA
E eu é que sou chamado de homem de cor?
Será certo isto?
Será que o homem tem que ser classificado pela sua cor?
Dê sua opinião.
Autoria Desconhecida
terça-feira, 27 de novembro de 2012
FEIRA CULTURAL 2012
A DIVERSIDADE ÉTNICO-RACIAL AFRO INDÍGENA
NO ESTADO DO PARÁ
Sub-temas
• “A dança Afro Indígena Paraense” (3º ao 5º ano E.F.);
• “A culinária Afro Indígena Paraense” (6º ao 9º ano do E.F. Regular e EJA);
• “A Arte Afro Indígena Brasileira” (Ensino Médio Regular e EJA).
Justificativa
O debate em torno das questões étnico-raciais não é de hoje, todavia no ambiente escolar, esse tema ainda aparece de maneira tímida. Mergulhar no universo da cultura negra e indígena pressupõe muito mais que atividades isoladas, meramente comemorativas e que cumpram apenas um currículo. Discuti-lo se faz tarefa urgente e necessária, por uma questão histórica de mensurarmos os valores de uma cultura que nos é mostrada de forma quase exótica em nossas aulas de ensino básico.
Objetivo:
• Fomentar a aplicabilidade da Lei nº 10639/2003 no contexto da E. E. E. M.F..Jornalista Rômulo Maiorana, tornando-a um exercício diário nas atividades desenvolvidas na mesma, por meio de ações relativas à diversidade étnico-racial Afro Indígena no Estado do Pará, possibilitando a construção coletiva de conhecimentos.
Objetivos Específicos:
• Ampliar o conhecimento sobre as manifestações culturais relacionadas à dança afro indígenas no contexto paraense;
• Perceber a relevância da culinária afro indígena e sua influência na constituição da culinária paraense;
• Valorizar a contribuição da expressão artística afro indígena no cenário brasileiro.
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A CULTURA PARAENSE EM DESTAQUE